CineReforma - Em Defesa de Cristo

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Eu Tenho o Direito de Ser Heterossexual!!! (e também de ter opinião a respeito)



por Rodrigo Toledo

Não é de hoje que observo o comportamento dos homossexuais em relação aos hetero. Parece que são tomados de fúria quando se debate o tema, mesmo quando esse debate veste-se num ambiente amigável.

E não foi diferente com o último debate que assisti sobre esse tema. Dois homens, se dizendo pastores consagrados e, ao mesmo tempo, homossexuais (?), foram a um programa de Tv afim de falar abertamente sobre o tema, e debatê-lo com outros dois pastores heterossexuais (pelo menos na aparência... rsrsrsrs). Estava realmente me surpreendendo com a educação e gentileza com que os participantes se tratavam, até que... Bumm!!!


Eu disse a mim mesmo "Que pena, estava tudo indo tão bem". Um dos participantes homossexuais acusou a igreja evangélica, em sua maioria, de ser homofóbica.


Caro leitor (seja você homo ou hétero, eu não tenho preconceito), vamos combinar uma coisa aqui: homofobia significa o ódio, a aversão, a discriminação, o medo, o asco ou a intolerância para com o público homossexual. Pelo Amor de Deus, alguém aí conhece alguma igreja evangélica brasileira com comportamento homofóbico? Se conhece, por favor, me avise, porque eu nunca vi, nem ouvi falar. Todas as igrejas que conheço recebem muito bem tanto homo quanto heterossexuais. Não permitir que homossexuais façam parte da grei da denominação, não significa que homossexuais não podem participar dos cultos. Pelo contrário, convidamos a todos os homens e mulheres a adorarem e servirem a Deus.


A regra bíblica que seguimos reza que para uma pessoa fazer parte da membresia da Igreja de Cristo, deve primeiro se converter ao cristianismo. E é necessária a conversão (abandono de toda prática condenada no Novo Testamento). Isso não significa que homossexuais estão proibidos de cultuar a Deus e participar dos eventos nas igrejas evangélicas.


Não somos homofóbicos. Somos sim, cristãos fundamentalistas. E antes que alguém me chame de antiquado, quero logo esclarecer que ser "contemporâneo" é bem diferente de ser "situacionista". Estamos nos esforçando para adequar a igreja a sociedade, acompanhar avanços tecnológicos, etc. Mas isso tudo não nos dá o direito de mudar a doutrina cristã. O evangelho pode ser contemporâneo, mas nunca irá se adequar a pecaminosidade de nossa cultura.


Não queremos ser situacionistas. Não estamos interessados em agradar determinados públicos. Estamos sim interessados em pregar a mensagem da cruz: o gênero humano se afastou de Deus, passando a amar tudo que Deus odeia, e a odiar tudo que Deus ama! A mensagem da Cruz é ofensiva; ela diz que todos nós estamos condenados por causa do pecado. Ela atinge não só homossexuais, mas também hetero. Mas Deus providenciou uma maneira de nos reconciliarmos com Ele, através de Cristo e seu sacrifício. Onde está a homofobia nisso?!


Só mais uma coisa. Já que a comunidade homossexual está tão interessada em fazer valer seus direitos, então por quê não começam a aparecer em programas de televisão, "casais homossexuais" Sheik ou Imam (de preferência, na linha mais extremista do islamismo)? Essa pergunta, eu mesmo respondo: por causa do medo. Se fizerem isso, vão sofrer um ataque terrorista na parada gay. Então? Onde estão os corajosos homossexuais, que desafiam tudo e todos afim de fazer valer seus direitos? Por que não usam toda essa intrepidez também com muçulmanos?


E tem mais: independente de não ser preconceituoso ( e não sou mesmo!), quero meu direito de opinar livremente sobre o assunto. Sou heterossexual, e amo ser hetero. Tenho uma linda esposa, serva de Cristo, e que assim continue. Faço questão de dizer que gosto de ser hetero, e também gosto de ter minha opinião tão respeitada quanto a dos homossexuais. Então, estou postando nesse artigo um vídeo que encontrei no Youtube, que mostra um cachorrinho fazendo valer seu direito de ser hetero!


E agora? Será que esse cãozinho vai ser processado por homofobia?


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Como Tratar os Gays na Igreja?!



Amor questionado, disparidade econômica na igreja e como tratar os gays


MANOEL SILVA FILHO


1. Apesar da Bíblia dizer que o amor é que conta e que devemos amar o próximo de forma incondicional como a nós mesmos e que nós devemos nos envolver com ele pelo o que ele é, e não pelo que ele tem ou por aquilo que ele pode dar de retorno como uma estatística a mais na minha igreja, e que invariavelmente devemos primeiro amá-lo por tempo indeterminado e deixar os resultados de mudança e crescimento com Deus...

Como é que muitos seguimentos da fé ao se aproximarem das pessoas, carimbam nelas uma etiqueta de “não-cristão”, as vendo apenas como “campo evangelístico”, impondo prazos definidos para elas mudarem, e se não se satisfazem com os resultados, dão as costas e saem à cata de novos candidatos à sua equivocada “evangelização”?

Pense...

2. Apesar da igreja primitiva do primeiro século ser um modelo padrão de comunidade expressando a verdadeira convivência entre cristãos, ONDE NÃO HAVIA NENHUM NECESSITADO ENTRE ELES, porque na igreja atual há tanta disparidade social e econômica, onde as pessoas ricas se fecham em seus pequenos impérios particulares cerrando os olhos e a carteira para a necessidade dos menos privilegiados, e é onde se vê mais egoísmo e individualismo do que bondade, generosidade e desejo de compartilhar?

Pense....

3. Apesar da ênfase inclusiva do ensino do Novo Testamento, a igreja ainda não sabe lidar com os gays que se aproximam dela.

Esta classe está crescendo e se espalhando cada vez mais. Hoje em dia, ser homossexual não é mais sinônimo de baixaria, mas a partir do âmbito artístico, atingiram também muitos outros setores da sociedade, ocupando cargos importantes, demonstrando destreza, capacidade e inteligência no que fazem. Muitos são sóbrios, sensíveis e bem educados, não tendo os trejeitos afetados das bichas desvairadas. A igreja não percebeu a mudança, estagnada em conceitos de 30 anos atrás. Hoje exige-se uma abordagem inteligente que esteja comprometida com a Verdade, sem no entanto, comprometer os valores absolutos da Palavra de Deus, e ao mesmo tempo enfronhada nas mudanças substanciais que acontecem na sociedade. Ja vi pastores fazerem piadinhas sem graça sobre gays no púlpito e isso só complica uma compreensão melhor sobre o problema.

Outro aspecto que a igreja peca, é no discipulado dessas pessoas. Quando um gay se converte, se exige que vire imediatamente heterossexual da noite pro dia e fique cheio de "tesão" por mulheres ou vice-e-versa, num passe de mágica. Não é assim que acontece com pessoas que viveram anos a fio sob impulso de condicionamentos psicológicos encravados, escravizadas por uma disposição mental imposta pelo pecado. Aquilo se impregna na personalidade de forma que leva muito tempo pra “despregar”.

Penso que a solução para a grande maioria é a de aconselhar o novo convertido ou interessado em ser um cristão, a se manter isento de qualquer envolvimento físico ou emocional com pessoas do mesmo sexo, a se santificarem decidindo por serem eunucos para Deus ou celibatários voluntários. É certo também, que alguns outros vão se apaixonar por pessoas do sexo oposto, casar e constituir família. Mas nos dois casos, deve-se pensar em um processo de vários anos pra se ver uma transformação significativa. Enquanto isso não acontece, é papel da igreja amar incondicionalmente e aceitar o gay, recebendo-o no seio da igreja e convivendo com ele sem cobranças ou falsos moralismos, esperando as mudanças que o Espírito Santo pode operar.

Quando se impõe um comportamento moral externo unificado, o resultado desastroso é o que vemos na prática: tantos quantos gays entrem na igreja, tantos quantos saem depois de um tempo frustrados e decepcionados pela falta de aceitação, de sabedoria e tolerância por parte de uma igreja despreparada que ainda não encarnou o Amor que ama até as últimas consequências.

Pense...



Originalmente postado em http://www.genizahvirtual.com/2010/07/elucubracoes-aleatorias-3.html Título original: Elocubrações Aleatórias








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A Internet no Antigo Testamento