CineReforma - Em Defesa de Cristo

CineReforma - Em Defesa de Cristo

sábado, 30 de outubro de 2010

Celebração dos 493 anos da Reforma Protestante




Dia 31 comemora-se 493 anos de quando Lutero, um monge agostiniano, faria um gesto que seria marcado como o início da Reforma Protestante.

Para comemorar, estou deixando para os leitores do ReformaAgora um estudo sobre história da igreja e da reforma protestante.









Martinho Lutero 1
Video FLV, 14,52 MB




Martinho Lutero 2
Video FLV, 22,86 MB










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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Bispo da Igreja Universal, Edirlomão (risos) fala sobre aborto





Vídeo-Comentário do ReformaAgora:









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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Louvor de Qualidade (4)









terça-feira, 26 de outubro de 2010

Igreja Cristã Maranata - que movimento é esse?



A igreja Cristã Maranata teve inicio por volta de 1968, no bairro Divino Espírito Santo em Vila Velha, no Espírito Santo. Idealizada por oito antigos membros da Igreja Presbiteriana do Centro de Vila Velha.

Esse grupo cresceu e se tornou bastante excêntrico. Por isso classificamos esse movimento como contraditório.

Os comentários abaixo foram extraídos do blog: http://seitamaranata.blogspot.com



LISTA DE DOGMAS E CONTRADIÇÕES DA IGREJA CRISTÃ MARANATA


1. Utilização sistemática e fundamental da Bibliomancia (de olhos fechados, abre-se randomicamente um livro, e a esmo ler um fragmento de um texto ou versículo, dependendo do teor, positivo ou negativo, se obtém, supostamente, resposta divina - chamada pela Denominação de “consulta à palavra”). É o meio pelo qual utilizam para resolver questões, dúvidas, aquisições de bens e obter direções para áreas da vida pessoal (profissional, espiritual e sentimental); bem como é o meio que usam para “consultar a Deus” sobre a procedência de dons espirituais (visões e revelações) oferecidos pelos membros; e, por fim, para tomar conhecimento se “Deus” aprova ou reprova determinada decisão administrativa da Denominação;


2. A dogmatização de uma frase, isto é, transformando em reza, chamada “clamor”, a qual consiste em iniciar orações petitórias recitando, fundamentalmente, a frase “Clamamos pelo poder do sangue de Jesus”. Toda atividade iniciada com uma devida oração é obrigatório o recite de tal reza anteriormente, seja essa atividade espiritual, profissional, seja nas dependências da instituição ou não, enfim, sob pena de Deus não atender à oração, abençoar atividade o pedido que estar a ser feito – justificam. Esquecendo ou ignorando tal frase, imediatamente, o orador é interrompido por um membro atento, o qual, então, recita a reza devidamente; porque, assim não recitando tal frase, a igreja ou, se for o caso, o pedinte, não foram purificados dos pecados, logo, não irão ser abençoados ou não estarão aptos para realizar o que, afinal, estejam a fazer em nome de Deus;


3. O Culto-Profético consiste no “momento de busca” a Deus sobre as revelações e visões a respeito das necessidades do subseqüente culto principal. A composição, geralmente, é de 05 membros ou mais, permissivo somente àqueles que são batizados na Denominação, ou que já fizeram o “Seminário de Principiantes”. É realizado 30 minutos antes de todos os cultos, e perdura comumente 15 minutos. As ditas revelações são dadas com caráter adivinhatório para saber quem, como e por que a pessoa, normalmente, o visitante, estará no culto principal; por meio da qual, no final, sempre o Senhor (ou um anjo) supostamente dá a benção à pessoa que fora objeto do dom espiritual. Por revelação, também, determinam quem serão os “varões” que ministrarão o louvor e a mensagem. Visões são dadas com cunho metafórico e também adivinhatório, seguidas pela interpretação dos ouvintes, que eles chamam de “discernimento da visão”, as quais também são a respeito de visitantes ou membros que estarão no culto principal;

• A Consulta dos dons (visões e revelações) é realizada, fundamentalmente pela “consulta à palavra” (Bibliomancia), pela qual, apresentado o dom, alguém presente no culto-profético se levanta e recita o “clamor”, logo em seguida 03 consulentes abrem as suas Bíblias, e cada um ler um versículo, revelado a esmo. Segundo eles, dependendo do teor dos versículos, obtém-se a resposta da procedência dos dons espirituais, na melhor de 03 leituras de versículos. Por exemplo, se dois lidos tiverem teor positivo e um negativo, é “amém”, o Senhor aprovou, caso contrário, não aprovou. Porém, independente da resposta dada pela “consulta”, o dom espiritual está sujeito à vontade do pastor ou ungido, que eles justificam pelo dogma ministério acima dos dons;


4. Imposição indireta (“revelações”, “sonhos”, “conselhos” - chantagem para realizar certas atividades), de Usos e Costumes: Homens devem está sempre com o rosto feito, com exceção do bigode que é permitido; bem como, em regra, é impelido o uso de roupa formalista; mulheres devem, expressamente, se ataviar apenas com vestidos e saias, e, alguns casos, o uso de certos adornos como brincos de argola são proibidos. Os membros só são considerados espirituais, “na revelação”, obedientes a Deus, conseqüentemente, fiéis e postos como permissivos para atividades e funções na Denominação se, e somente se, estiverem e seguirem piamente com tais conformes. Segundo eles, observar tais usos e costumes é ter “aparência de servo”;


5. O Batismo nas Águas só é permitido caso o membro seja aprovado por Deus – “Se o Senhor permitir” -, através da revelação da “consulta” (Bibliomancia) realizada pelo “Grupo de Intercessão” (composto por membros considerados, aparentemente, os mais espirituais da igreja local – pastores, ungidos e suas esposas, diáconos e alguns obreiros e senhoras). Deus, segundo eles, revela a tal grupo que determinado neófito está apto ou não para “descer às águas”. Caso Deus aprove, será batizado; caso contrário, aguardará alguns meses até ser, novamente, submetido à “consulta” quando for período de batismo;


6. O Batismo no Espírito Santo é feito de modo similar ao anterior, mas agora de forma particular pela Bibliomancia. No final do “Seminário de Principiantes”, na última aula, os neófitos presentes são convidados a realizarem a “consulta” particularmente, com o “clamor” antes devidamente recitado, a fim de obterem a “resposta de Deus” se eles, cada um dali, receberam o “Batismo no Espírito Santo”. O teor do versículo (a resposta) será devidamente aferido por um diácono ou pastor. Em caso de passarem pelo crivo da Bibliomancia (versículo com teor positivo), estarão aptos para ir aos próximos seminários; caso contrário, terão que aguardar um tempo, em espera ao próximo “Seminário de Principiantes” para repetir tal alto, para assim, quem sabe, ser finalmente “Batizado no Espírito Santo”. Frisa-se que a reprovação do neófito nesse “Batismo” (versículo de teor negativo), de antemão, já o proíbe automaticamente de “batizar nas águas” – “o Senhor não permitiu”;


7. Espiritualização ou veneração de objetos, tais como, arranjos de flores, o púlpito e o terno e gravata usados pelos que possuem cargos na Denominação:

• O Púlpito só pode ser utilizado por homens; já que mulheres quando pregam à igreja, em “culto de senhoras”, há de ficarem ao lado do púlpito, sem jamais ministrar sobre ele, deixando-o vazio. Frisa-se, também, que ao iniciar o culto, recitando o “clamor”, é devido que todos estejam prostrados em direção ao púlpito, logo, é proibido que algum membro dê às costas a ele; e ainda que ninguém esteja sobre Púlpito, no caso, em “cultos de senhoras”, é determinado que a senhora que ministrará a palavra, ajoelhe-se voltada para ele. Também, homens que exercem o cargo de “obreiro” que no passado foram divorciados, seja antes ou depois da conversão em Cristo, não importa, jamais devem subir a púlpito. O púlpito é tipo do altar de Deus, onde o Espírito Santo está, por isso que todos devem se voltar ao púlpito quando prostrados;

• O Arranjo de Flores é expressamente obrigatório para o processamento dos cultos, reuniões e aulas nos templos e auditórios; o qual deve ser montado somente com flores ou rosas naturais, sob a justificativa de agradar a Deus, proibido, assim, o uso das artificiais; bem como é terminantemente proibido qualquer pessoa da igreja tocar no Arranjo de Flores, pois, segundo eles, é uma tarefa revelada por Deus para que somente determinadas senhoras da igreja possam tocá-lo, ordená-lo e prepará-lo. O mesmo vale para a toalha que fica sobre o púlpito;

• O Terno e Gravata é traje eclesiástico obrigatório, pois alegam que obtiveram uma revelação de Deus de que ao se ataviarem com requinte perante as autoridades seculares, assim também, devem fazer perante a Autoridade Divina, por isso, só quem pode subir a púlpito em cultos principais são pessoas devidamente trajadas de terno e gravata;


8. A Idolatria é vigorosa, mas muito sutil e imperceptível pelos membros; veneram, espiritualizam e estimam exarcebadamente os patrimônios da Denominação, como “santos” e “sagrados”, dignos de serem depositados sobre eles até mesmo amor; inclusive em detrimento do ser humano, do próximo. Segundo eles, toda a arquitetura desenhada, a estrutura e os locais onde são erguidos são provenientes de revelação de Deus, “consultados”, inclusive a mobília segue, também, um padrão estabelecido pelo próprio Senhor Jesus. Ressalte-se que por serem tão “sagrados”, a rigor, é proibido a entrada de pessoas, de acordo com a visão deles, inadequadamente mal trajadas (informais e intrigantes) ou que não se libertaram, como maltrapilhos, homens de bermuda e camiseta, homens barbados, mulheres de calças ou bermuda, travestis, pessoas que ainda alimentam o tabagismo ou alcoolismo, etc;

• Os Templos são considerados e espiritualizados como a “Casa de Deus”, como é no judaísmo e no catolicismo, por isso devem os membros demonstrar todo amor, cuidado, apreço e zelo por ele; com efeito, se portando com extrema reverência e seriedade para não cometer algum sacrilégio; até mesmo quando não estiver havendo atividades neles;

• Os Maanains, sítios onde membros se isolam da civilização para receberem doutrinamento, são estimados como lugares separados por Deus aqui na Terra para o adorarem. É considerado como “um pedacinho da eternidade”, “onde a Obra tem mais alcance” e “onde Deus fala de forma especial”; por isso é expressamente proibido adentrarem homens vestidos de bermuda (ainda que estejam a trabalho de limpeza e manutenção) ou barbado, ou mulheres de calças compridas ou bermuda, pois é um lugar “santo” e “sagrado” que deve ser respeitado e reverenciado. Por ser um lugar “separado por Deus”, alegam que é muito comum anjos e querubins serem vistos caminhando e sobrevoando por lá dada a tamanha santificação do local, afirmam;


9. O Fundamentalismo de proibirem em orações a Deus expressões como “Paizinho”, “Papai do Céu”, “Muito Obrigado” e “Obrigado”, uma vez que não há tais palavras na Bíblia, não se devem proferir – justificam. Bem como, é considerado falta de respeito dirigir-se a Deus de tal modo, alegam que é “chulo”. “Eu te amo Jesus!” e derivadas, também, é uma expressão em oração proibida, pois a reputam como carnal e emotiva, logo, Deus não aprecia essa forma coloquial e informal de dirigir-se a Ele;

• Esportes e Lazer não são algo naturalmente aceito pela Denominação, antes são vistos como algo inclinável à libertinagem. Praticar atividades como musculação, trilha, ciclismo, corrida, natação e ginástica são rigorosamente reprováveis pela liderança e membros fundamentalistas. Alguns raríssimos ministérios, porém, não abominam, mas também não vê com bons olhos, mas sem farisaicamente acusar como pecador o praticante. Já esportes ditos radicais (surfe, skate, patins etc.) taxativamente são abomináveis. Alegam que pelo fato dos praticantes possuírem posturas irreverentes, logo, não condiz que um “servo” adote tal esporte. Inclusive, profissionais e competidores desses ramos que passam a congregar na Denominação são, jeitosamente, induzidos a abandonarem tais atividades sempre sob pretexto que “o Senhor que revelou”;

• Artes e banalidades tradicionais em geral são consideradas como “opressão”. Cinemas são terminantemente proibidos pela liderança da Denominação, alegam que é sentar-se com escarnecedores, embora, intrigantemente, em restaurantes não inclinem para tal conclusão. Teatros, por sua vez, são endemoninhados duas vezes mais, sendo alvos de escárnio em aulas e pregações. Filmes da Disney também são proibidos, desenhos animados também são reprovados pelo Presbitério. Assim como alguns brinquedos como da Hellokit (que dizem ser a representatividade de um demônio) também são combatidos junto aos pais e crianças da Denominação;

• Alimentos são proibidos a depender de sua origem e rótulo. Alimentos provenientes de festas juninas são coibidos pela Denominação, pois alegam que são oriundos de uma festa idólatra. O mesmo vale para ovos de chocolate em função do período da “páscoa” (mas barras podem comer). Tais alimentos se forem ingeridos pelos membros podem lhes trazer juízos por parte de Deus, pois comeram algo proveniente de uma idolatria ao “coelho da páscoa”, a uma festa pagã, a uma festa tradicional católica. Também, a maionese hellman’s (devido à tradução do nome) é um tempero do diabo para oprimir os “servos da Obra”, justificam;


10. O Exclusivismo é gritante, visto que, segundo eles, o fundador de sua Denominação foi o próprio Jesus Cristo, mediante uma revelação extraordinária a 06 dissidentes presbiterianos que receberam o Batismo no Espírito Santo na década de 60. Essa revelação consistia em estabelecer novamente o Corpo de Cristo, segundo eles, perdido há tempos, vivido tão-somente no período da Igreja Primitiva, pois foi extirpado durante o Romanismo e o Protestantismo. Alegam que, num dos momentos de busca, esses 06 homens foram visitados por um anjo que lhe enteregaram uma pasta com todas as orientações para reformarem o corpo de Cristo e fundarem a “Igreja Fiel”. Reputam ser os únicos que exercem plenamente os noves dons espirituais (se prendendo aos mencionados em coríntios), enquanto as demais Denominações carecem de alguns ou abominam todos, por isso se autointitulam de a “Obra Revelada” ou “Obra Maravilhosa”, muito comum, também, proclamarem, quando isolados, “a Obra é filho único” ou a “Igreja Fiel”;


11. A Intolerância Religosa é aberrante. Consideram que todas as demais denominações estão contaminadas com pragas desse mundo, motivo pelo qual as definem como “Tradição”,“Mescla” e “Movimento”, ou, simplesmente, a “Religião”. Rotulam os membros das demais denominações de “primos”, “amalequitas”, “bodes”, “filhos de Baal”, “religiosos” etc. Apregoam que se associar com qualquer um que professe uma fé cristã que não esteja sob o domínio do Presbitério da Denominação (PES), ou seja, que “não é da Obra”, é taxativamente, segundo eles, praticar o próprio “Ecumenismo”. Às vezes, em pregações de autodefesa, pelas críticas que estão a sofrer, afirmam que admitem que algumas denominações “tem Obra”; embora não permitem que seus membros visitem, comunguem, confraternizem com outras denominações;


12. O Sectarismo é intenso, pois não permitem que membros engajados à Denominação sequer possam visitar outros grupos religiosos, por mais que tais grupos sejam sérios e compromissados com Deus. Coíbem o relacionamento afetivo, a fraternidade corriqueira e casamentos de seus adeptos com os de outras Denominações. Afirmam que “Namoro só na Obra”, “Amizade só na Obra” e “Confraternizações só na Obra”. Até mesmo casamentos, batismos, confraternizações ou ordenações de ministério de parentes e conhecidos em outras Denominações, são seus membros compelidos expressamente de não irem;


13. O Proselitismo é bastante suscitado. Uma vez que se consideram os únicos detentores da plenitude e da ciência real e verdadeira do Espírito Santo, motivam seus membros “a pescarem nos aquários dos outros”, segundo eles, com o fim de libertarem as pessoas do “cristianismo falido” ou da “religião”. Sim, generalizam tudo e todos. Convidam evangélicos de outras Denominações para lhes visitarem, inclusive pastores, mas é proibido aos membros aceitarem convites de outros grupos;


14. O Autoritarismo é vigoroso de tal modo que pastores e “ungidos” (cargo probatório para a ordenação de pastor) são acobertados pela aura da “unção”; dessa forma, jamais podem ser questionados, discordados e desobedecidos, sob pena do desobediente incorrer ao pecado de “tocar nos ungidos do Senhor”. Ainda que digam que são pastores de Jesus, seu poder e autoridade são fundamentados no sacerdócio veterotestamentário, pois são postos como mediadores entre Deus e o povo; pois suas palavras, ordenanças, enfim, a sua autoridade são embasadas em “revelações”, “visões”, “sonhos” e “profecias” de Deus sobre a vida alheia. Na prática, portanto, os pastores da “Obra” são como “canais” ou mediadores entre Deus e a igreja;

• A Cobertura Espiritual, então, é doutrina da Denominação. Pessoas são diretamente subalternas e subservientes ao pastor da igreja local, tendo que sempre se justificarem para eles das suas decisões de faltar o culto ou outra atividade; bem como sempre pedindo seu aval em viajar com a família, evangelizar, realizar determinados cursos em hora de atividades da igreja etc. Namoros e casamentos, também, só serão aceitos se passar pelo crivo do pastor, posteriormente, sua permissão, observado também a opinião do Grupo de Intercesssão. É muito comum namoros serem terminados por ordens de pastores, e casamentos serem proibidos por eles, sempre embasados supostamente em revelações de Deus. Essas revelações são mais comuns vindas Do ministério, mas também podem vim de diáconos, obreiros, senhoras e professoras. Em alguns ministérios, namoros e casamentos ainda são iniciados por revelação de algum pastor, prática dogmatizada no passado pela Denominação; mas o Senhor, hoje, revogou - justificam;

• Ministério acima dos Dons é um dogma de alto cumprimento e pregação na Denominação. Consiste em que a opinião e a vontade do ministério (pastor e ungido) estar acima de quaisquer dons espirituais. Ainda que Deus, de fato, conceda um sonho, uma revelação sobre a vida de determinado membro ou mesmo sobre a vida do pastor, o pastor ou o ungido tem toda a autoridade de sustar esse dom espiritual; ainda que esse dom tenha sido submetido a “consulta” e dado positivo. Em suma, a vontade do pastor está acima da vontade do próprio Deus. Isso é facilmente observado nos “cultos proféticos” quando há supostas revelações para que determinado varão suba a púlpito, mas a autoridade do pastor pode apagar essa revelação em prol de sua opinião em escolher outra pessoa;

• Grupo de Intercessão é formado pelos membros, supostamente, mais espirituais da igreja local. Toda igreja local tem o seu. A composição é formada pelo pastor, ungido e suas respectivas esposas, os diáconos da igreja, e alguns obreiros, senhoras e professoras, visivelmente, mais engajadas e obedientes aos usos e costumes, dogmas e ordenanças da Denominação. Nele, essencialmente, é tratado sobre assuntos supervisionais, disciplinatórios e fiscalizatórios. A vida de cada membro é pauta dessas reuniões. Seus erros, suas atitudes, suas obras são aferidas e valoradas pelo grupo. Por isso, é comum que membros desse grupo sejam incumbidos, pelo ministério, para acompanharem os passos dos certos membros da igreja. Nas reuniões, por fim, decidem se disciplinam, excomungam determinado membro, ou se agraciam com determinados funções e cargos. Essas reuniões têm alto apelo carismático, sempre o grupo embasando suas decisões por dons espirituais, pela “consulta” e pelo dogma “ministério acima dos dons”;


15. O Totalitarismo é extremado, haja vista que as suas “unidades locais” (assim denominadas pelo Estatudo da Denominação, e não igrejas) espalhadas por todo o país e mundo estão plenamente subordinadas e subservientes aos quereres e ordens do órgão central da igreja, o Presbitério; o qual é absurdamente centralizador. Não há respeito pela individualidade e liberdade para o ministério local, tampouco há para com as necessidades da igreja local. Todos devem seguir pragmaticamente o modelo, as determinações e as ordens estabelecidas pelo Presbitério, pois, segundo eles, Deus é quem governa a igreja e usa tal órgão como seu representante. Mensalmente todas as “unidades locais” se reúnem para receberem doutrinamento do Presbitério, não pelos seus pastores locais, mas pelos 07 presbíteros do órgão central, mediante videoconferência. Semanalmente, todos os membros se deslocam para suas igrejas para serem recrutados e renovados na ideologia a fim de assistirem, via satélite, as diretrizes e inovações na doutrina do presidente e dos demais homens que compõem o Presbitério;


16. O Absolutismo é um apoio ao Autoritarismo e ao Totalitarismo, dado que para eles vingarem, é imperioso que os pastores e o Presbitério sejam acobertados da infalibilidade. Sobretudo o Presbitério que jamais admite os erros, sempre está certo, porque sempre age debaixo das ordens supostamente reveladas por Deus para cuidar da “Obra”, e os pastores, a seu turno, para cuidar dos membros das “unidades locais”;


17. Estabelecidos esses elementos governistas, a Hierarquia está em voga, a qual é extremamente baseada na filosofia militar, cujos cargos, seguindo a ordem crescente, são os membros, Professora, Senhora da Frente, Obreiro, Diácono, Ungido e Pastor, Coordenador do Pólo, Coordenador da Área, Coordenador Regional, Presbitério e o Presidente. Na medida do grau hierarquia, a obediência deve ser demasiadamente subalterna e submissa, baseada em revelações de Deus e na “unção hierárquica” de que cada cargo é acobertado, sob prejuízo de “tocar nos ungidos”;


18. A Censura é um meio sempre utilizado para proibir os membros a terem contato com literatura, alguns filmes, músicas em geral, ainda que sejam de caráter cristão; também é coibido a busca de estudos bíblicos sistemáticos, inclusive a Teologia Cristã é altamente discriminada, ridicularizada e abominada pelas pregações da liderança da Denominação. A literatura cristãtambém é altamente reprovada e coibida. Por outro lado, apostilas, vídeos, áudios de pregações, álbuns musicais da Denominação e livros de editoras das quais são vinculados, são comercializados em Maanains e distribuídos entre os membros. Todo produto da Denominação ou de grupos vinculados a ela (de propriedade de pastores próximos ao Presbitério) são estimados como “revelados”; ao passo que os produtos literários, musicais, didáticos, são tidos como “letra”, “religião”, “razão”, “teologia”, “sem-revelação” etc.;

• O Orkut é o meio que causa maior pavor ao Presbitério, pastores e membros, porque nele se encontra a comunidade de ex-adeptos (pastores, ungidos, diáconos, obreiros, senhoras etc.) - Já Fui Um Maranata - cujo conteúdo é bastante similar a deste espaço. Por isso, segundo eles, Deus havia revelado que o Orkut é uma arma do diabo para enganar os “servos da Obra”, por isso decretou que nenhum membro tenha acesso a esse meio de comunicação. E mais, segundo eles, a etimologia de Orkut vem do gaulês que significa: Ork: Potro e Ut: Inimigo - Potro do Inimigo;


19. O Escravismo é intenso. Toda a estrutura organizacional e administrativa da Denominação é edificada por trabalhos voluntários, salvos algumas exceções; bem como a manutenção de patrimônios fica a cargo dos trabalhos voluntários dos membros. Fazem isso sob o pretexto de estarem “fazendo a Obra”. Pois enquanto estão trabalhando para “Obra”, Deus está resolvendo os seus problemas. Em regra, Grupos de Louvores e Instrumentistas são submetidos a ensaios semanais rigorosamente. Obreiros, diáconos, senhoras de frente, professoras, pastores participam, severamente, quase todo fim de semana de seminários, mutirões de limpeza, reuniões, encontros de igrejas, sem deixar de se considerar as presenças diárias na Denominação, nas madrugadas, ao culto de meio-dia, e rigorosamente à noite, para as suas atividades de culto;


20. Os Meios de Graça é uma doutrina que, depois da Bibliomancia, é a mais importante da Denominação. São 05 Meios de Graça: Madrugada [cultos às 06h:00min da manhã], Jejum[de sábado para domingo, rigorosamente, de 00h:00min até às 09h:00min; sim, parte do jejum é dormindo.(?)], Louvor[somente os cânticos da Denominação são permitidos: são reputados como revelados direito da eternidade; assim, louvores de outros grupos, são considerados “cospel”, “da mescla”, “sem revelação” ou “do homem”], Oração [oração recitando sempre a reza do “clamor”, “segredo dessa Obra”, dizem] e Palavra Revelada [espécie de cabala, que ao decifrar supostos simbolismos, números e tipologias supostamente ocultos nas Escrituras, a pessoa foi agraciada com essa benção que a chamam de “Além da Letra”. Reputam que essa é a maneira que Deus se compraz em pregar a sua Palavra, mas só eles conhecem, pois dizem que é “segredo dessa Obra”]. Os Meios de [obter] Graça devem ser feitos periodicamente para buscarem cada vez mais Graça. Segundo eles, a Graça de Deus, vem através dessas obras ou meios, claro, sem deixar de considerarem o sacrifício de Cristo. Tais “meios”, também, servem para adquirir bênçãos de Deus ou para vencerem tribulações do dia-a-dia do servo, justificam;


21. A Liderança e as Decisões Carismáticas: são todas, absolutamente, carismáticas. Isto é, todas diretrizes, seja administrativas, doutrinárias e organizacionais da Denominação são provenientes de “revelação” de Deus. Segundo eles, “nessa Obra” não há dedo do homem como a “religião”, pois tudo é revelado. É muito comum, por isso, se notar a exaustiva repetição da frase “o Senhor revelou que...” para embasar suas decisões e afirmativas;


22. A Doutrina do Medo é extremamente implantada na Denominação. Não se pode questionar ou discordar da Liderança geral e nem do subseqüente superior hierárquico, sob pena de estar “tocando no ungido do Senhor” ou “blasfemando contra o própria pessoa do Espírito Santo”, uma vez que foi, teoricamente, o Espírito que revelou para os pôrem em seus cargos eclesiásticos. Também, a doutrina do Fatalismo é apregoada massificamente, em defesa de “não poder tocar na Obra” (questionar ou discordar das doutrinas), “tocar nos ungidos” e “sair da Obra” (ser dissidente da Denominação), pois, em caso de desobediência, o resultado seria infortúnios decorrentes do “peso da mão do Senhor” e das investidas do “adversário” (como chamam o diabo, pois o nome mesmo dele, não é elegante falar – justificam – pois seria uma forma de invocá-lo pronunciar seu nome). Proíbem, assim, que membros jamais continuem a fraternidade e a ligação com os dissidentes, sob pena de punições e excomunhão da Denominação. Apregoam a discriminação e a rejeição sobre os dissidentes, ainda que sejam familiares;

• As Punições são bastante rigorosas, as quais são advertência, cassação das funções e cargos (“banco”) e, em último caso, excomunhão. Todas as decisões, toda a doutrina que fora cuidadosamente elencada acima deve ser cumprida draconianamente pelos membros, sob prejuízo de sofrer tais sanções. Como toda e qualquer Denominação existe homens falhos, mas aqueles que caem em pecado escandaloso são julgados e excluídos. Sim, para eles existe pecadinho, pecado e “pecadão”. O pecadão é intolerante e imperdoável para eles;


23. Sobre Dinheiro, publicamente não é falado, como, por exemplo, são as cobranças de dízimos e ofertas na “Religião”, alegam. Adotam, porém, o estabelecimento do dízimo judaico, o legalismo dos 10% dos vencimentos, cobrados, indiretamente, em reuniões fechadas, em reuniões sobre batismo e em algumas aulas de Seminários, sob pena do “desacertado” ter as funções cassadas, e “diagnosticado” como “enfermo espiritual”. Em teoria, os pastores não são remunerados, pois eles não são “profissionais da Bíblia” ou “teólogos” (mas buscam a revelação de Deus), pois o certo é servir voluntariamente, já que a Bíblia não aprova isso - fundamentam (?). É muito comum eles se auto-elogiarem por causa dessa política camuflada;


24. A Maledicência e o Juízo Temerário são praxe, são demasiados sobre aqueles que abandonam a Denominação, pois, segundo eles, jamais alguém “sai da Obra” de forma nobre, honesta e fiel a Deus, mas são pessoas que estão em busca de: libertinagem e mundanismo nas igrejas. É comum, também, em reuniões fechadas e seminários nos Maanains, os dissidentes serem taxados de “caídos”, “vadios”, “pedófilos”, “alcoólatras”, “prostitutos”, “porcos”, “roubadores de dízimos”, “defuntos”, “bodes”, “adúlteros”, “perderam a Salvação” e “foram para a religião” etc. Os que refutam suas doutrinas, por sua vez, recebem a acusação de “apóstatas”, “hereges”, “serpentes da internet”, “filhos do diado”, “pastores de si mesmos” etc.

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas.” 2 Timóteo 4:3-4






postado originalmente em Cacp








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Associação entre Manoel Ferreira (Assembléia de Deus) e Reverendo Moon



Em 2008, o blog do Julio Severo (juliosevero.blogspot.com) denunciou o envolvimento do Bispo Manoel Ferreira com o Rev. Moon. A denúncia vinha também com um vídeo do Pr. Enoque Lima, da denominação de Ferreira. O vídeo, que estava na conta do blog, acabou sendo censurado pelo YouTube, por pressão da turma do Rev. Moon.

Em seguida, Ferreira e seu filho apareceram na TV para desmentir seu envolvimento com Moon.

Mas agora ficou mais difícil desmentir, pois o próprio Ferreira esteve na Coreia do Sul, terra de Moon. Assista ao vídeo:




Esta semana circulou pela internet uns vídeos alardeando a suposta ligação entre a seita do reverendo Moon, a igreja da Unificação, e o bispo Manoel Ferreira, Deputado Federal pelo PTB, e presidente da CONAMAD - Convenção Nacional das Assembléias de Deus no Brasil, Ministério de Madureira. O autor dos vídeos, pastor dessa denominação e membro da CONAMAD, diz ter sido ameaçado e está experimentando ostracismo por parte da liderança da denominação em seu Estado.

Parte do que foi ventilado, você pode ver no vídeo acima, que apesar de ter sido editado, conserva a essência dos pronunciamentos de ambas partes.

Segundo o pastor Samuel Ferreira, o líder da CONAMAD não tem nenhuma ligação com o reverendo Moon. Porém, o site da UPF - Universal Peace Federation, entidade organizadora do evento, publicou uma entrevista com o bispo Manoel. No site da fundação, o bispo declara:

“Eu creio que o Dr. Hyun Jin Moon tem uma profunda comunhão com Deus e está muito próximo dele. [...] Além disso, seu pai, a quem conheci muitos anos atrás, tem se revelado um grande partidário da unidade e da comunhão”

Diante do exposto no site, parece que o bispo não só conhece o reverendo Moon, como também é amigo do seu filho. Se não é assim, então há um grande equivoco no site da entidade, e o bispo Ferreira, como advogado que é, deveria processar a UPF por estar publicando mentiras envolvendo o seu nome.

Além de ocupar sua vida se envolvendo com Moon e desmentindo suas atividades, Ferreira é hoje assessor especial da canditada do aborto, Dilma Rousseff.

Se o Anticristo mundial precisar de um assessor evangélico, o Brasil já tem alguns candidatos.


Nota do CACP: Este fato coloca o Ministério do Madureira, das Assembléias de Deus, como um movimento sectário. Se a denominação não tomar medidas drásticas sobre o tal bispo, com certeza, essa denominação deverá ser colocada na vala comum e ser classificada de seita e não de igreja evangélica.






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Os Valores Cristãos e as Eleições 2010





Vídeo-Comentário do ReformaAgora (fonte: Defesa do Evangelho)








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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Tava Demorando!

Demônio baixa na Igreja Universal para esculachar a Mundial, do Waldemiro Santiago





Foto-Comentário do ReformaAgora:



Educação a Distância



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sábado, 23 de outubro de 2010

Não Consigo Parar de Rir (Turbo)




Nããããooooo Aretuzaaaaaaa!!!














Explosão de airbag... mais é uma anta mesmo!


Anta, anta, anta!












Eu vou caiiiirrr, eu vou caiiiirrrrr!!!



Educação a Distância


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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Não Consigo Parar de Rir (16)

Por que será que evangélicos não participam das festas de "Cosme e Damião"?








Educação a Distância



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O Que Fazer com os Judeus?



Trecho de um panfleto escrito por Lutero em 1542 que dizia, em suma, o que devia ser feito com os judeus:

"Incendiar suas sinagogas e escolas, derrubar suas casas, confiscar seus livros de oração, proibir os rabinos de ensinar sob pena de serem mortos, abolir o direito de ir e vir nas estradas, despojá-los de toda prata e ouro e obrigar que trabalhem com o suor de seu rosto (ou seja, não em atividades comerciais) para ganhar o sustento".

Observe como o pensamento da época era totalmente preconceituoso e extremista em relação aos judeus.


Basta acompanhar a história da cristandade -- faço uma distinção entre cristianismo e cristandade: o cristianismo é o original, a cristandade é a cópia -- para ver que esta tentou se arvorar substituta de Israel no mundo, beneficiária, portanto, de todas as promessas do Antigo Testamento, que incluíam poder político e religioso no mundo, abundância de riquezas e saúde perfeita. Sob esta ótica, já no princípio da história da cristandade quem se declarasse judeu só podia ser um usurpador, já que Deus supostamente prometera o domínio do mundo ao Seu povo, interpretado pela cristandade como sendo a "Igreja", que alguns até hoje acreditam ser a substituta de Israel no mundo.


O próprio Martinho Lutero era influenciado por essas idéias e é preciso compreender que este era o pensamento comum e oficial em sua época, tanto no meio político como cultural e religioso.

A moderna Teologia do Domínio prega a cristianização do mundo como prerrogativa para Cristo voltar e reinar. Em alguns círculos políticos dos EUA, os fins justificam os meios, portanto não existiria nada de errado em se envolver em guerras se isto for para expandir o domínio da fé cristã, um discurso que não difere muito dos radicais islâmicos em seu empenho por eliminar os infiéis.

Gary North é um dos que estão embarcados nessas idéias, bem como boa parte dos políticos norte-americanos ditos cristãos que querem fazer a sociedade de amoldar na marra aos princípios do cristianismo. É evidente que a influência cristã foi benéfica em muitos aspectos em nossa sociedade, mas tornar isso compulsório é misturar as coisas. No Brasil já temos alguma influência desse tipo de pensamento, como inclusão do nome de Deus nas cédulas, lobby católico ou evangélico e coisas do tipo.

Os mais recentes adeptos da Teologia do Domínio, embora a maioria nem saiba o que está fazendo, são os neocristãos adeptos da teologia da prosperidade. A adoção de trechos isolados do Antigo Testamento, originalmente dirigidos aos israelitas na Terra Prometida, leva muitos a acreditarem que ser rico e próspero faz parte das promessas de Deus para os cristãos. Obviamente basta ligar a TV para ver a quantas andam essas crenças. Mas quem "ligar" a Bíblia verá trechos que descrevem a vida simples de Cristo e dos discípulos, como Paulo que dizia "aprendi a contentar-me com o que tenho" (Fp 4:11).

A idéia de que Deus ordena aos cristãos que acumulem riquezas é a mesma que justificou a glória secular do romanismo com sua sede por poder secular, riquezas e posse material nos últimos 2 mil anos. Se o Templo de Salomão era todo revestido de ouro, as catedrais cristãs deviam ser também. Se as vestes dos sacerdotes deviam ser ricas em ouro e pedras, idem para os dignatários cristãos. Esse foi o raciocínio que predominou.

Se Salomão, Davi, Abraão etc. eram ricos, eu também devo ser. Israelitas? Judeus? Oras, Deus está falando para mim, não para eles -- foi o raciocínio que perdurou na cristandade por séculos e é o raciocínio que está sendo veladamente resgatado hoje nos cultos ditos "evangélicos" de prosperidade, justamente em um momento em que o catolicismo romano tinha se maquiado de despojado numa opção intelectualizada pelos pobres e pela pobreza.

David Chilton, um dos propagadores da Teologia do Domínio: "Não sou eu quem está trazendo uma porção de novas idéias. Sabem o que eu fiz? Voltei para os pais da Igreja e li Santo Atanásio. Li Santo Agostinho e vi o que ele tinha a dizer sobre a marca da besta". Em seus escritos é possível encontrar pérolas como "O Israel étnico foi excomungado por sua apostasia e jamais voltará a ser o Reino de Deus." "O objetivo cristão para o mundo é o desenvolvimento universal de repúblicas bíblicas teocratas".

O livro "The Road to Holocaust" (Hal Lindsay) mostra como, ao longo da história, cristãos justificaram a perseguição dos judeus usando uma interpretação equivocada da Bíblia. O livro explica também essa "Teologia do Domínio", muito em voga hoje.

"The Road to Holocaust" explica o que aconteceu com a fé cristã reformada, principalmente nos EUA, até seu estado atual: "À medida que começaram a enriquecer, começando pelos próprios pastores e pregadores, houve necessidade de se adaptar a doutrina para explicar que toda aquela riqueza era a prosperidade prometida no Antigo Testamento. Dai até dizer que os cristãos devem arrumar o mundo para esperar a vinda de Cristo foi um passo."


Na minha opinião, o anti-semitismo irá recrudescer e amparado por essas idéias de domínio cristão que prevaleceram por séculos de domínio do papado, só que agora por neo-evangélicos num vale-tudo pela prosperidade e pelo domínio do mundo, de seu dinheiro, de seus negócios, de seus territórios etc.


Mas qual seria o verdadeiro entendimento sobre o povo de Deus, segundo a bíblia? Ora,para entender em poucas palavras, a Bíblia fala de dois povos: Israel e Igreja. O primeiro, escolhido por Deus no Antigo Testamento (não por seus atributos mas, muito pelo contrário, pela graça e soberania de Deus), recebeu promessas para sua época e para o futuro. É disso que fala boa parte do Antigo Testamento e profetas. As promessas eram sempre terrenas, de fartura, domínio dos povos e coisas assim.


Já o segundo povo (Igreja = conjunto dos que crêem em Cristo) não recebeu qualquer promessa terrena, mas todas celestiais, e foi formado tanto por judeus como por gentios, ambos convertidos a Cristo (judeus normalmente é o termo para o que restou de Israel por ocasião do Novo Testamento e hoje, principalmente descendentes das tribos de Judá e Benjamim). Esse povo (Igreja) jamais recebeu promessas de fartura, domínio ou lugar de destaque aqui. Suas esperanças sempre foram celestiais.


postado originalmente em :http://www.forumevangelho.com.br/testemunhos-estudos-e-mensagens-de-outras-autorias-f9/teologia-do-dominio-por-mario-persona-t168.htm





Educação a Distância



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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Graça! por Diogo Henrique de Sá



Já tornei pública minha admiração pelo Diogo, dado a maneira límpida e esclarecedora com que trás assuntos difíceis de se entender. Mais uma vez, Diogo Henrique de Sá demonstra ponderação e clareza em seu entendimento teológico. Confiram:










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sábado, 16 de outubro de 2010

Campanha "Abrace um Unicista"!



Por Diogo Henrique de Sá. Colaboração de Rodrigo Toledo

Estou convencido de que unicistas não existem. Cheguei a essa conclusão lendo a bíblia e observando o comportamento humano. E pretendo discorrer sobre esse assunto, mas não pormenorizadamente, pois acredito que a doutrina da trindade mostra-se tão patente e cristalina na mente do leitor cristão quanto o é na própria bíblia.

Mas o que é unicismo? Resposta: doutrina que busca negar a existência de mais de uma pessoa na deidade.

Vamos aos fatos – há tantos textos demonstrando a pluralidade de pessoas na unidade divina, que não é possível que uma pessoa racional consiga realmente acreditar no unicismo modalista. Esses textos são exaustivamente citados aqui com o propósito de refutar o unicismo: Gn1.2,26; 11.7; Gn 18; Sl 110.1; Js 5.13-15; Jz 6.10-24; Is 11.1-3; Is 42.1; Is 53.10-11; Joel 2.28-32;3.17,18; Mt 3.16,17; Mt 28,19; Mc 1.9-12; Lc 3.21-22; Jo 5.43; Jo 8.17,18; Jo 14.20; 2 Co 13.14; etc.

Recuso-me em acreditar na existência de unicistas. O que existem, na verdade, são cristãos carentes, querendo chamar a atenção, “loucos” por um abraço. E como farão para chamar a atenção? Negando uma doutrina abertamente defendida pelo cristianismo.

 Portanto, quando ficar sabendo da existência de um suposto unicista na sua denominação, comunique o fato ao pastor e a todos os membros, e sem perder tempo, vá com toda a membresia da igreja dar um grande abraço no irmão carente – digo, unicista. Hehe...


Foto-Comentário do ReformaAgora:









quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Reforma Shopping



Sinopse


A obra fala sobre um relacionamento pessoal de profundo amor com Deus, um amor incondicional, de abnegação, o amor com o qual Deus ama o homem. Neste livro, o autor Brennan Manning busca ensinar os leitores a viver nesse amor e a confiar plenamente em Deus. 

Editora Mundo Cristão

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

11 KILÔMETROS



O pastor Matt Chandler demonstra o quão ridícula é a falácia da teoria secular em que Cristo teria sobrevivido aos sofrimentos da cruz, e que portanto, não teria ressuscitado.

7 milhas - são 11 kilometros, de Jerusalém a Emaús.



Matt Chandler - 7 Milhas from iPródigo on Vimeo.


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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

LOUVOR DE QUALIDADE (3)







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O PROBLEMA DO JULGAR: ATÉ ONDE IR COM A TOLERÂNCIA?


por Cleber Olympio



"Quem é você para julgar teu próximo? Acaso estás se colocando na posição de Deus?"





Um dos argumentos mais usados em debates apologéticos, em quaisquer fóruns de debates - cristãos e não cristãos - versa sobre a questão do julgamento. Boa parte deles é derivada da famosa passagem bíblica, tratada como se texto de lei fosse: "Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão." (Mateus 7:1-5).

Acontece que, como sabemos, muitos equívocos são cometidos quando alguém tira a passagem bíblica de seu contexto, e termina por deturpar o ensino bíblico sobre a questão do julgamento.


1. Da necessidade de julgar

Afinal, qual a raiz do problema? O ser humano, até como instinto de autoproteção, começa a colocar - ou até a impor - freios numa situação de conflito. É, de fato, desagradável uma sensação de antagonismo, vinda de quem quer que seja.

Se a pessoa consegue se armar, inclusive psicologicamente, é um bom aspecto; difícil é quando a pessoa se sente acuada, sem ter como enfrentar a força contrária. Restam-lhe alternativas possíveis: render-se, atacar ou o escape. Render-se fica sem cogitação; atacar só é possível com as armas certas; daí que lhe vem, até como meio instintivo de sobrevivência, buscar um escape.

Nisso vem a problemática do "não julgar" que, como colocado pelo argumento da tolerância, não possui qualquer validade, senão é uma tentativa errônea e grosseira de se fugir de uma questão.

Esse instinto de sobrevivência, em nome da cordialidade e da tolerância, mascara por vezes uma atitude arrogante de quem não admite a perda, diante de evidências ou argumentos mais fortes.

Escorar-se numa pretensa base bíblica não conduz a nada, mas acaba sendo uma alternativa contra quem levanta o argumento e também não está devidamente protegido contra a "falácia do não julgar". Falácia é um argumento que possui a aparência de verdade e legitimidade, mas que no fundo esconde uma enorme mentira.

A cordialidade e a tolerância, levada a limites fora da normalidade, conduz a um comportamento incoerente e insensato. O crente é levado pelo seu Senhor a provar pensamentos e atitudes, a exercer suas faculdades mentais para promover uma análise de tudo o que se lhe apresenta aos olhos. Não fosse assim, Paulo não teria recomendado aos crentes: "Examinai tudo. Retende o bem" (1 Tessalonicenses 5:21). Em outra passagem, o mesmo Paulo exorta aos coríntios: "Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados" (2 Coríntios 13:5).

Os crentes de Bereia examinavam as Escrituras para conferir se o que os apóstolos ensinavam era, de fato, verdade (Atos 17:11). Jesus mesmo manda que exerçamos nosso discernimento, examinando as Escrituras (João 5:39). Examinar, analisar, pesquisar, procurar, são atitudes do intelecto, que precisa exercer sua capacidade de juízo. Julgar, então, é necessidade de quem caminha com Jesus.

Obedece-se aos mandamentos somente por meio da análise de uma situação real e com o juízo transformado pelo poder da Palavra de Deus, a fim de se produzir uma atitude. Se o crente não pudesse julgar, como viveria a realidade dos mandamentos de Cristo? Seria ele submisso a dogmas, impostos por um deus raivoso e mesquinho, que se preocupa tão somente em exigir comportamentos diversos de uma civilização, já corrompida pelo pecado? Entendemos que não. Deus sempre mostra, por toda a Bíblia, que sua Palavra tem finalidade educativa. Os versículos áureos sobre a importância das Escrituras demonstram plenamente esse fator: "Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra" (2 Timóteo 3:16-17).

Vê-se, então, que há coerência na atividade do julgar, inclusive por necessidade de se viver uma vida cristã autêntica, com plena capacidade de discernimento, orientado em obediência às Escrituras. Outro aspecto é a condução necessária do crente na atividade julgadora, uma vez que ele deva examinar todas as coisas e reter o que é bom. Sendo assim, por que pautar-se numa suposta tolerância e expressão de cordialidade para supostamente evitar um confronto?


2. Do julgamento justo

Aparentemente a tolerância ensinada por Jesus deva ser observada em quaisquer circunstâncias. Cita-se também a passagem em que Jesus liberta a mulher adúltera, partindo-se do seguinte encadeamento de ideias: "Jesus condenou quem tivesse pecado e perdoou a adúltera - Ora, Jesus tem o poder de julgar alguém, e sou pecador - Logo, eu não posso julgar ninguém". Esse raciocínio também é falacioso. A inferência à primeira afirmativa não leva em consideração que Jesus usou-se de um julgamento com um importante adjetivo: "justo". Nisso ele exerceu um julgamento coerente, dada a situação em que se apresentava a condenação pura e simples de uma adúltera, sendo que seus algozes cometiam adultério e coisas até piores aos olhos de Deus às escondidas. O sentido do ensino de Jesus era demonstrar a força do perdão divino a quem cometeu uma série de pecados, não de produzir apenas um julgamento e execução de sentença conforme a Lei de Moisés. Caso ele apenas condenasse a adúltera, demonstrando somente a necessidade da aplicação da lei, que estaria fazendo, senão uma repetição de atos de pecadores, embora ele mesmo não tivesse pecado? Seu ensinamento estaria em franca contradição, ainda mais sendo Jesus conhecedor dos corações de cada um da multidão que se preparava para lapidar a mulher pega em adultério.

Com isso, havemos de discernir sobre o julgamento justo. Deus tem sua medida de justiça, e com ela exorta os homens: Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida? Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julgá-los os que são de menos estima na igreja?" (1 Coríntios 6: 2-4).

Em todos os períodos há a certeza de que os santos haverão de julgar, seja o mundo, os anjos, ou até mesmo as coisas pertencentes a esta vida. O dever de um santo é julgar. Santo é aquele separado por Deus para constituir um povo eleito e para exercer, perante todos, as ordens de seu Pai celeste no que este comandar. Se isso deve ser feito até entre irmãos - versículo 5: "Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?" - quanto mais no que diz respeito a outros assuntos, conforme a necessidade?

A restrição bíblica que se faz a esse respeito está exatamente no termo "justo". Julgamento sem justiça produz injustiça. Se Deus investe os seus santos crentes com a capacidade de a tudo julgarem, Ele o faz requerendo justiça; caso contrário, não é julgamento que proceda do Deus cujo nome é Justiça.

Deus requer que o homem faça justiça: "Assim diz o SENHOR: Guardai o juízo, e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, para se manifestar" (Isaías 56:1). Repare o leitor acerca da importância de se praticar a justiça, a fim de que a própria justiça divina se manifeste. Não fosse assim, por que Deus incluiria na lei mosaica o mandamento de não se fazer injustiça no juízo (Levítico 19:15)?

O justo age exatamente como o salmista: "Fiz juízo e justiça; não me entregues aos meus opressores." (Salmos 119:121). Deus ama a justiça e o juízo (Salmos 33:5); naturalmente, seus filhos amados haverão de observá-la e exercê-la e, ao agirem assim, nada mais farão do que a vontade do Pai.

Sendo assim, fazer julgamentos e exercer a justiça é próprio de quem caminha com Deus, conquanto o faça com a mesma motivação justa de seu Pai celeste.

Se, porventura, o crente distorce a justiça, e passa a julgar por seu próprio entendimento, sem que haja fundamento baseado na verdade da Palavra de Deus, ele proferirá um julgamento injusto. Ele se tornará um hipócrita, que não enxerga as próprias falhas e vê as menores praticadas por seu irmão, assim como Jesus diz no texto de Mateus 7. Ele se tornará inimigo da verdade e condenado a suportar o mesmo fardo de justiça que tentou impor a quem não tinha culpa.

Nisso estão as opiniões puramente pessoais, baseadas por vezes em suposições preconceituosas e relegadas a costumes, sem qualquer embasamento bíblico; isso também esconde um comportamento legalista ou ascético, que impõe a dureza da letra da lei para que o incauto, debaixo de uma força normativa, venha a se calar e a acatar os mandamentos como lhe são apresentados, sem ponderar.

O mesmo comportamento legalista é aquele que provoca a simples conclusão de que "o crente não deve julgar", contrariando João 7:24: "Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça".

Outro texto usado pelos defensores do "não julgar" encontra-se em Romanos 14:10: "Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão? Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo". A solução para esse aparente problema encontra-se justamente na segunda questão: "por que desprezas teu irmão?" Ora, se há desprezo por parte de quem julga, então o julgamento é parcial, interesseiro. Logo, não é justo, e não deve ser feito. O julgamento com justiça persiste, portanto.


3. O comodismo e os perigos da tolerância

O comportamento legalista de comandar um "não julgamento" encerra dois perigos: o de produzir comodismo e o de tolerar o pecado.

A postura cômoda de não enfrentar uma ideia antagônica torna-se perigosa por produzir indiferença quanto à verdade. Exalta-se a ignorância, com o pretenso argumento de que "no dia do Juízo Deus trará a lume todas as coisas, e que para isso não estamos preparados". Ora, Deus nos deu discernimento para usá-lo; se não o fazemos, cometemos pecado. O fato, ademais, de não termos como vislumbrar um julgamento futuro de todas as coisas não nos dá o direito de ignorarmos o ensino do exercício do juízo, inclusive para assuntos relacionados à nossa jornada nesta terra.

E ainda: exercemos nesta vida propósitos e promessas que nos são dadas por Deus, e para tanto ele dá pessoas como juízes, inclusive para executar juízos em seu Nome. Relegar ao "etéreo" é uma forma de escapar da realidade, um recurso ridículo diante da seriedade com que a justiça divina deva ser levada. Por pura negligência, causada pelo comodismo, ações não são corrigidas hoje, e com isso mais vítimas são feitas pelas obras da injustiça.

Além disso, busca-se evitar o conflito pela pretensa tolerância. Comportamentos, organizações e fatos têm clara omissão em nome de uma cordialidade que não deveria existir.

Deus chama os pecados pelo nome, e assim deve ser para conosco. Não se defende a "falta de educação", tampouco a falta de compromisso trazida pela tolerância exacerbada. Esse comportamento esconde medo do confronto, de uma indesejável exposição, afora outras consequências advindas de um comportamento mais ousado, desde que esteja seguramente pautado pela Palavra de Deus.

O crente deve repudiar a hiper-tolerância a qualquer custo: por conta de não agir dessa maneira, toleram-se comportamentos mundanos no seio da igreja, a penetração de doutrinas estranhas que dividem o povo, a semelhança cada vez maior de cultos com shows e espetáculos produzidos por ímpios, dentre outras características que trazem repulsa ao Senhor e serão objeto de julgamento naquele Dia.

E se somos do Senhor, devemos repudiar exatamente as mesmas obras, sob pena de sermos julgados pecadores por conivência ao aceitarmos conscientemente algo que Deus condena. O limite da tolerância está naquilo que contrarie, ainda que sutilmente, os ensinamentos das Escrituras.

O pecado deve ser tratado como pecado, não como um "sentimento negativo" ou uma "energia do mal".

Erros doutrinários devem ser tratados como problemas passíveis de eliminação da seara do Senhor. Tais ideias podem soar como "radicais", mas o ensino de Cristo é radical! Se não fosse assim, por que a Palavra foi comparada como espada? Jesus trouxe a espada, não a paz da falsa tolerância!

Não se pode tolerar o pecado: caso tivessem sido tolerantes, Ló e sua família jamais teriam escapado de Sodoma.


Conclusões

Dessa maneira, podemos concluir que:

Julgar não é um mau em si mesmo, pois a tudo devemos examinar e reter o que é bom.

Julgar é necessário, pois é coerente com o discernimento que possuímos da parte de Deus.

Julgar não é tarefa exclusiva de Deus, pois se O imitamos, temos dele a propriedade para exercer juízo sobre todas as coisas.

Julgar, porém, deve ser feito sob o exercício da justiça, para não produzir o efeito contrário.

Julgar, ainda que contrarie o argumento da pretensa tolerância, deve ser efetivado, pois o crente verdadeiro não concorda com aquilo que a Bíblia chama de pecado, tampouco vem a exercer, em sua vida particular, comportamentos que o levem a ser incluído entre os mentirosos e os hipócritas.

Julgar é um ato de obediência à verdade e de amor a Deus, pois Ele é justo e ama a justiça.
 
Dessa maneira, que ninguém venha a condenar o leitor na sua nobre e necessária atividade de julgar. Que isso seja feito em plenitude, de modo justo e imparcial. Quem é de Deus não se dobrará à chantagem de um argumento que, baseado na mentira, no egoísmo, na falsidade e na corrupção, tenta promover exatamente o contrário da justiça: a tolerância com o erro.
 
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Foto-Comentário do ReformaAgora: