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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Zé Bruno foi Inocentado pelo TCU das Acusações de Desvio de Verbas Públicas. Sônia Hernandes foi Considerada Culpada.



Soninha Hernandes terá de abrir a bolsa Hermès e devolver aos cofres públicos quase 900 mil reais, fora juros e correção! Vai faltar para o caviar ungido este mês!

Bispa, pede algum para o Malafa que ele está montado!


O Tribunal de Contas da União inocentou o ex-deputado e ex-bispo da Renascer, o pastor José Bruno, atualmente dirigente da igreja Casa na Rocha das acusações de desvio dinheiro público. A acusação dizia respeito ao desvio R$ 1.923.173,95 (valores sem correção) destinados a Fundação Renascer, uma entidade assistencial ligada à igreja de que foi dirigente.



A verba federal da Fundação Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do Ministério da Educação envolvia acordos assinados em 2003 e 2004 e previam a alfabetização de 23 mil jovens e adultos e a formação de 620 professores. Na época, José Bruno (também líder da banda Resgate) era vice-presidente da Fundação Renascer. Para o TCU, o ex-bispo da Renascer não apresenta culpa: “Inicialmente, foram citados a Fundação Renascer/SP e seu ex-vice-presidente José Antônio Bruno, cujas alegações de defesa, conforme demonstrou a Secex/SP (fls. 638/644 do volume 3), comprovaram sua ausência de responsabilidade pelas irregularidades e pelos débitos apurados”, informa o texto divulgado pelo Tribunal de Contas da União. 


Já a bispa Sonia Hernandes, ex-presidente da Fundação Renascer, está foi considerada culpada pela gestão irregular e prestações de contas dos recursos recebidos no convênio. 


Esta decisão do Tribunal de Contas da União é, na verdade, a resposta a um recurso movido pela da ré que já havia sido condenada. O TCU informou que manteve a decisão porque a ré não conseguiu comprovar o uso dos recursos. Houve inépcia na prestação de contas do convênio, desta forma, Sônia Haddad Morais Hernandes deverá devolver aos cofres públicos a quantia de R$785 mil e mais R$100 mil de multas. 

Leia mais sobre o caso AQUI



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