CineReforma - Em Defesa de Cristo

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terça-feira, 24 de abril de 2012

Aborto - Pior que Assassinato






No dia 23 de junho de 2007 dei mais uma pequena contribuição para um mundo melhor e mais justo ao publicar o famoso texto “Carta de um bebê” aqui no blog. Sempre fui contra o aborto, por ser o tipo mais covarde de assassinato. Feministas e mulheres promíscuas infelizmente tentam defender o aborto com argumentos cretinos baseados em um vitimismo feminino e social que na verdade não existe.

Usam argumentos chocantes, mas ainda assim vazios, como, a condição social ou a falta de conhecimento da mulher de classe mais baixa e a falta de responsabilidade da “pobre adolescente que não pode jogar a vida fora por causa de uma noite de esquecimento” (comentário cretino feito dois dias atrás aqui no blog, mostrando acretinice e falta de vergonha na cara das mulheres vadias que apoiam este infanticídio).

Três anos atrás, quando publiquei a “Carta de um bebê“, pretendia já colocar meus pontos de vista em relação ao tema, mas infelizmente estava sem tempo e acabei sem publicar minhas opiniões, apenas a carta. Resolvi escrever um post sobre isso para não perder muito tempo respondendo os comentários cretinos da feminazi que havia defendido o aborto. Já que estava deixando comentários grandes, seria mais proveitoso fazer então em forma de post.

Outro aspecto da canalhice das vadias (aqui uso o termo vadia para me referir à mulheres irresponsáveis que apenas enxergam a vida como uma procura incessante de prazer e que fazem uso dos atributos femininos e da visão da sociedade sobre elas para conseguir alcançar seus objetivos fúteis e irresponsáveis) que apoiam o aborto é usar um termo de efeito como “pró-escolha” para defender o aborto. Ao usar esse termo elas tentam minimizar o ato de matar um ser humano. Pior ainda, elas tentam minimizar o assassinato do próprio filho. Ao usar termos como pró-escolha, elas dão a falsa impressão de que se trata de uma escolha que apenas terá influência na vida da infanticida, além de também passarem a falsa impressão de que a não-legalização do aborto é uma opressão machista contra a mulher.

Apesar de podermos encontrar muitas dessas santinhas (do paoco) na Igreja, elas ainda se aproveitam de pesquisas científicas sobre a formação do feto ou o fato do mesmo não sentir dor por não ter as terminações nervosas completamente formadas até um certo tempo de gravidez. Claro que, ao fazer isso, elas simplesmente excluem da conversa a possibilidade do ser humano ter alma, coisa que todas as religiões afirmam. Nesse caso, qualquer mulher que afirme crer em Deus e, ainda, assim aborte, não passa de uma hipócrita.

Mesmo se excluirmos completamente a alma e a dor, o aborto ainda é algo errado pelo simples fato de negar a vida à alguém que não tem o poder de se defender e de fazer uma escolha. As cretinas gostam de dizer “pró-escolha”, mas na verdade não existe escolha nenhuma, pois a criança não tem o poder de escolher. É a maior covardia possível.


O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo… Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito” (Mário Quintana) 


O aborto não é apenas uma coisa que vai contra a religião. O aborto também é algo que vai contra os próprios instintos femininos, já que um aspecto instintivo da mulher é o de querer cuidar e proteger o filho. Quando uma mulher chega ao ponto de matar o próprio filho, ela automaticamente se revela uma psicopata irresponsável, além de uma anomalia da espécie e do gênero, por fugir de seu padrão comportamental. 

O que torna a infanticida pior do que um assassino comum é o fato dos assassinos comuns matarem por coisas como roubo, poder, ódio e coisas do tipo, e geralmente matarem pessoas que não são do próprio sangue, enquanto uma mulher que aborta, se mostra capaz de matar o próprio filho simplesmente para não ter que assumir uma responsabilidade. Já pensou nisso? Assassinar o próprio filho apenas para poder continuar vivendo uma vida promíscua e irresponsável, regada a álcool, drogas e sexo casual com cafajestes, marginais e bad boys.

As feministas na tentativa constante de proteger um estilo de vida promíscuo e irresponsável, onde todos os erros cometidos por elas mesmas recaem sobre os homens, se valem de argumentos idiotas como “classe social”, “opressão machista” e “Igreja e Direita oprimindo mulheres”. Elas mais uma vez se valem do vitimismo ao dizer que estão querendo “criminalizar” as mulheres que abortam. Mas esse tipo de argumento é apenas vitimismo e distorção da realidade. Um fato é que se um indivíduo mata outro, ele é um assassino. 

Os fins não justificam os meios. Se um indivíduo mata e diz que foi para poder comer, ele ainda será um assassino. Ele não fez o mínimo esforço de procurar uma alternativa ao assassinato. O mesmo acontece com as mulheres que abortam. O aborto nem ao menos deveria ser debatido pelo simples fato de não ser necessário. Existem métodos contraceptivos como as camisinhas e os anticoncepcionais. Nem mesmo o estupro pode ser usado como desculpa, já que existem pílulas do dia seguinte. Enquanto homens lutam por coisas realmente importantes, cretinas feminazis lutam pelo direito à irresponsabilidade, com o apoio de políticos corruptos panfletários que fazem tudo para conseguir voto. 

Mesmo se não houvessem métodos contraceptivos ou pílula do dia seguinte. Ainda assim existe sempre a possibilidade da adoção. Mas o egoísmo das vadias que negam o próprio filho não permitem que o veja nem mesmo como um ser humano, pois existem muitas que quando não abortam abandonam o bebê em uma lixeira ou jogam em um rio.




Não fique surpreso ao perceber que aborto, feminismo, esquerda e nazismo andam de mãos dadas. O aborto é defendido pelas feministas. Feministas não querem ser igual aos homens como diz a mídia. Feministas querem dominar os homens. Querem mais direitos e menos deveres. É como o nazismo. Geralmente este tipo de feminazi é a pseudo-intelectual esquerdista de faculdade, que participa de diretório acadêmico, movimentos estudantis e todo tipo de coisa que sirva como desculpa pra matar aula, fumar maconha, encher a cara, arrumar confusão, se exibir e ter o ego inflado por outros pseudo-intelectuais modinhas da turma.


Comunismo e Satanismo




primeiro país do mundo a legalizar o aborto foi a União Soviética em 1920. Segundo as leis daquele país, os abortos seriam gratuitos e sem restrições para qualquer mulher que estivesse em seu primeiro trimeste de gravidez. Os hospitais soviéticos tinham os chamados “abortórios“, unidades especiais criadas para realizar abortos em ritmo de produção em massa

Segundo relatos de médicos estrangeiros que visitaram a União Soviética em 1930 para estudar a implantação do aborto, um abortório com 4 médicos era capaz de realizar 57 abortos em 2 horas e meia. Desde 1913 Lenin já defendia a legalização do aborto. Essa política de despenalização do aborto foi interrompida em 1936 por Stalin e retomada anos após sua morte. Esse tipo de coisa não surpreende, já que comunismo, socialismo e qualquer outro tipo de esquerda vieram do marxismo e, como muitos sabem, esses tipos de ideologia invertem valores e tentam passar uma imagem ruim em relação à religião e família (assim como o feminismo). Karl Marx escreveu em uma carta ao seu pai:


Uma cortina caiu. Meu santo dos santos foi partido ao meio. Sou grande como Deus; envolvo-me em trevas como Ele. Perdi o céu, disto estou certo, minha alma, antes fiel a Deus, está marcada para o Inferno.


Muitos poderiam dizer que esse trecho da carta apenas poderia apenas significar que Marx era ateu, mas a História registra que Marx era discípulo de Moses Hess, um conhecido satanista que trouxe Marx para uma sociedade secreta, conhecida como “A Liga do Justo”. Em 1841, Hess escreveu o seguinte sobre Marx:


Dr. Marx é ainda muito jovem, mas é ele que exterminará a religião medieval.”


Um dos primeiros colaboradores de MarxBukharin, também um fervoroso satanista, escreveu: 


Satã é o primeiro pensador livre. Ele livrou Adão e imprimiu nele o selo da liberdade ao leva-lo à desobediência.


Na vida particular, Marx se mostrava um perfeito cafajeste. Era sustentado por Engels e sua preocupação era com as heranças que seus parentes ricos poderiam deixar, além de um tio, a quem chama de “cão velho” em uma carta à Engels. Engels relata a frieza de Marx ao receber um telegrama anunciando a morte de sua mãe:


“Chegou um telegrama há duas horas dizendo que minha mãe morreu. O destino precisou levar um membro da família….pelas circunstâncias sou mais necessário que a velha mulher. Preciso ir a Trier para ver a herança.”


Marx também tinha casos fora do casamento e havia sido deixado duas vezes por sua esposa por ter engravidado a empregada. Além disso, três de seus filhos legítimos morreram de desnutrição, além de um ter morrido pelo descuido do próprio pai. Sobre o filho que teve com a empregada, Marx dizia à família que o filho era de Engels, coisa que foi desmentida pelo próprio Engels em seu leito de morte. 




Segundo Mikhail Bukanin, “O Supremo Mal é a revolta satânica contra a autoridade divina e na nossa revolução deveremos acordar o Diabo nas pessoas, estimular nelas as paixões mais vis…”. Infelizmente é isso o que está acontecendo hoje no mundo. O comunismo e o feminismo, ao defenderem o aborto, estão defendendo que uma criança seja assassinada, ainda no útero, apenas para livrar a infanticida da responsabilidade. Muitas mulheres que defendem o aborto dizem que o fazem porque uma criança a faria perder a vida. Ao fazer isso estão deixando claro que são a favor de um infanticídio apenas para poderem continuar saindo em baladas e ficarem com muitos cafajestes.


O texto “O Satanismo na Vida de Obra de Karl Marx“, escrito pelo Prof. Dr. Antonio Ribeiro de Almeida, pode ser lido clicando aqui ou também aqui!





O segundo país a legalizar o aborto foi a Alemanha Nazista em 1935, mediante uma reforma da “Lei Para Prevenção de Doenças Hereditárias Para a Posteridade“, que permitia a interrupção da gravidez de mulheres consideradas de “má-heredietariedade” (ou seja, “não-arianas” ou portadoras de deficiência física ou mental). 

Posteriormente esse programa pró-aborto nazista foi ampliado e acabou se transformando em umprograma de “eutanásia de crianças” em larga escala, chegando a um ponto onde até mesmo crianças arianas sem defeitos físicos eram mortas apenas por razões sociais. A morte era assistida por médicos pediatras e psiquiatras. Com o tempo a idade das crianças mortas ia ampliando e no final até mesmo crianças arianas eram mortas por razões banais como orelhas deformadas ou até mesmo por urinarem na cama ou por serem consideradas difíceis de educar.



Como podemos perceber, o aborto na Alemanha Nazista tinha claros objetivos de eugenia. Infelizmente, ainda hoje, a eugenia é de certa forma um objetivo dos que são pró-aborto. Percebemos isso pelo fato do tanto que os defensores do aborto falam sobre condições sociais para defender este crime. 

Hoje um crime está quase se tornando legalizado e pode ser defendido abertamente aqui no Brasil. Muitos países legalizaram este crime. Gostaria de perguntar a você leitor, quanto tempo acha que irá demorar para legalizarem o aborto em todos os países e quanto tempo irá demorar para este aborto se tornar uma eutanásia de crianças consideradas inferiores pelos padrões dos infanticidas? Isso com certeza seria o paraíso das feminazis: Poder pular na pistola de todo tipo de cafajeste sem se preocupar com as conseqüências. Uma vida de promiscuidade e irresponsabilidade, sem nunca correr o risco de ser mãe, podendo apenas escolher essa responsabilidade quando ver que o pai da criança tem dinheiro para sustentar todos os luxos da espertinha.



Ví isso no TerraMel


Comentário do Reforma Agora: essa mãozinha do Karl Marx por dentro do palitó indica que ele foi maçon.



ganhar dinheiro



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